Segurança em primeiro lugar
Diante de risco imediato, a prioridade é acionar a urgência e garantir que a pessoa não permaneça sozinha.
Psicoterapia · Jundiaí e on-line
Falar sobre pensamentos de morte ou comportamentos suicidas exige seriedade, acolhimento e uma rede de proteção. A psicoterapia pode integrar o cuidado, mas não substitui serviços de urgência quando há risco imediato.
Conversar com AlessandraUm olhar para a experiência
O trabalho clínico busca compreender a experiência de sofrimento sem reduzir a pessoa ao momento de crise. A escuta considera sua história, relações, recursos e condições atuais de segurança.
Quando necessário, o cuidado precisa envolver familiares, pessoas de confiança e outros profissionais ou serviços. Pedir ajuda diante do risco é uma medida de proteção.
Compreender o contexto
O comportamento suicida é complexo e não possui uma causa única. Falas sobre morte, desesperança, isolamento ou mudanças importantes de comportamento precisam ser acolhidas com seriedade, sem julgamento e sem serem interpretadas por uma lista automática de sinais.
Diante de risco imediato, a prioridade é acionar a urgência e garantir que a pessoa não permaneça sozinha.
Pessoas de confiança, familiares, profissionais e serviços podem dividir responsabilidades e ampliar o suporte disponível.
Depois da crise, acompanhamento e articulação de rede ajudam a sustentar proteção, vínculo e possibilidades de vida.
Para quem busca cuidado
Não é necessário esperar que o sofrimento se torne insuportável. Cada experiência merece ser compreendida em seu contexto.
Pensamentos recorrentes sobre morte ou desaparecimento
Histórico de tentativas ou comportamentos de risco
Sofrimento intenso acompanhado de desesperança
Necessidade de reconstruir apoio e possibilidades depois de uma crise
Como o cuidado pode acontecer
O acompanhamento clínico pode oferecer escuta direta, compreender o sofrimento e reconhecer vínculos e recursos protetivos. Familiares, pessoas de confiança e outros profissionais ou serviços também podem participar dessa rede de cuidado.
Diante de risco imediato, não deixe a pessoa sozinha: procure uma UPA ou pronto-socorro, ou acione o SAMU pelo 192. Para apoio emocional gratuito e sigiloso, o CVV atende 24 horas pelo 188. A psicoterapia e o CVV não substituem o atendimento de urgência.
Na psicoterapia
Um processo construído em diálogo, respeitando o tempo, os limites e as possibilidades de cada pessoa.
Escuta direta e sem julgamento
Atenção contínua à segurança
Reconhecimento de recursos e vínculos protetivos
Articulação com uma rede de cuidado quando necessária
Um primeiro contato
Atendimento presencial em Jundiaí e on-line para pessoas no Brasil ou brasileiros no exterior.
Falar com AlessandraPerguntas frequentes
Informações objetivas para quem está pesquisando sobre este cuidado e deseja compreender os primeiros passos.
Não deixe a pessoa sozinha e procure atendimento de urgência imediatamente, em uma UPA ou pronto-socorro, ou acione o SAMU pelo 192. Sempre que possível, envolva também uma pessoa de confiança que possa ajudar nesse cuidado. Para apoio emocional, o CVV atende gratuitamente pelo 188.
É importante buscar ajuda com psicólogos, psiquiatras ou em serviços de saúde como UBS e CAPS. Evite recorrer apenas a ferramentas de inteligência artificial para lidar com pensamentos suicidas, pois elas não substituem avaliação, acompanhamento profissional ou atendimento de emergência. O CVV também oferece apoio emocional gratuito e sigiloso, 24 horas por dia, pelo telefone 188. Em situação de risco imediato, procure um serviço de emergência ou acione o SAMU pelo 192.
Não. A psicoterapia é parte importante do cuidado, mas não substitui serviços de urgência diante de risco imediato. Nessas situações, a prioridade é preservar a segurança e a integridade da pessoa. Quando necessário, o psicólogo pode contribuir para a articulação da rede de apoio e de outros cuidados, respeitando os princípios éticos e o sigilo profissional.
Leve a fala a sério, sem desprezar, minimizar ou julgar o sofrimento. Evite ideias como “quem fala não faz”, pois toda manifestação de desejo de morrer merece atenção. Escute, incentive a busca de ajuda profissional e não tente lidar com a situação sozinho. Se houver risco imediato, não deixe a pessoa sozinha e procure um serviço de emergência.
Familiares, pessoas de confiança, profissionais, serviços de saúde e terapias em grupo podem formar uma importante rede de apoio e proteção. Essa rede amplia o acolhimento e os recursos disponíveis, favorece a continuidade do cuidado e evita que toda a responsabilidade fique concentrada em uma única pessoa ou profissional.
Sim. Após os cuidados imediatos com a segurança e a integridade da pessoa, a psicoterapia pode oferecer um espaço de escuta, sem julgamentos ou críticas, para compreender o sofrimento, fortalecer recursos e vínculos e construir novos sentidos e possibilidades para a vida. Esse acompanhamento pode fazer parte de um cuidado multidisciplinar, articulado com outros profissionais e serviços de saúde.
Na Gestalt-terapia, o comportamento suicida é compreendido a partir da experiência singular da pessoa e de sua forma de estar e se relacionar com o mundo. A relação terapêutica oferece um espaço de acolhimento e presença, no qual o sofrimento pode ser expresso sem julgamentos. A atenção ao aqui-e-agora favorece o reconhecimento de sentimentos, necessidades e possibilidades que, em momentos de intenso sofrimento, podem parecer inacessíveis. O cuidado considera também os vínculos e o contexto em que a pessoa vive, tendo como prioridade sua segurança e integridade e a articulação com uma rede multidisciplinar.